O IV Cinemagem anuncia os trabalhos aprovados para sua próxima edição.
por Letícia Dams Bertoli
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última modificação
11/04/2026 15h07
O evento será realizado de 27 a 29 de maio de 2026, na sede Boqueirão da Unespar, em Curitiba. Em breve, a comissão organizadora entrará em contato com as/os autoras/es e divulgará uma prévia da programação.
Agradecemos a todas e todos que submeteram seus trabalhos e seguem fortalecendo o Cinemagem.
LISTA DE TRABALHOS APROVADOS
- ¿Qué fue de la revolución sexual de los sesenta? (Alejandro Ventura)
- “...But not today!”: homem versus técnica em Top Gun: Maverick (Marcio Telles)
- “É amor, não é tara!”: análise do clichê de morte das personagens sáficas nas telenovelas brasileiras (1979-1998) (Cristina Stein Keune)
- “Inferno é uma garota adolescente”: o horror da puberdade feminina através dos filmes de lobisomem (Thomas O. Kollnberger)
- “Personagens de atração”: um estudo sobre o olhar colonizador (Allan Constancio Clemente)
- “Ruídos onomatopeicos”: reflexões sobre som e histórias em quadrinhos na Trilogia de Zé do Caixão (Ruan Leandro Sommer Galvão)
- A cena multimídia de Ofélia em Off e o feminismo (Luciana Barone)
- A Cuca e as normas de gênero em Cidade Invisível: uma análise da ficção seriada brasileira (Julia de Mira Amorim e Hertz Wendell de Camargo)
- A exibição de esboços fílmicos como estratégia de pesquisa e experimentação na realização do documentário Ormalina (Rafael Waltrick)
- A maldade da bruxa a partir das imagens pensantes (Thamiris Regina Mottin)
- A mise-en-scène entre o real e o mágico (Thiago Rubleski Noronha)
- A poética da insanidade maternal em Die, My Love (Sindy Gabrielle Gonçalves da Silva e Marcio Telles)
- A presença do cinema em exposições de arte contemporânea: o caso de Alma no olho (Zózimo Bulbul, 1973) (Rosane Kaminski)
- A proteção do conteúdo nacional: o PL do Streaming e a sustentabilidade da produção independente (Beatriz Litzinger Gomes de Carvalho)
- A radicalização da estética marginal nos filmes de Neville D’Almeida (Gabriel Bravo de Lima)
- A representação do amazônida na imagem: da narrativa dos viajantes ao Cinema Brasileiro de Ficção, o que pensam as imagens da Amazônia? (Lidia de Oliveira Ferreira)
- A Sobrevivência do Twink: Imagem-sintoma e instabilidade da masculinidade viril no cinema (Henrique Barreto Domingues e Camila Macedo Ferreira Mikos)
- A Transformação de Canuto - o documentário indígena e suas possibilidades de metamorfosear a imagem (Anne Lise Filartiga Ale)
- A utilização de recursos audiovisuais no teatro lambe-lambe: um estudo de caso da obra “Sortilegio” (Julia Vidal)
- Afeto e Afronta (e novas possibilidades) em Lapso (2023) de Caroline Cavalcanti (Rosana Oliveira)
- Animações distópicas: como natureza e o gênero se relacionam nas animações sobre futuros apocalípticos enquanto tecnologias de gênero (Iaskara Wara Ferlin e Bruno Azzani Braga)
- Apresentação dos resultados da pesquisa “Arquitetura e cinema: dramaturgias no tempo e espaço" (Alessandro Hissayoshi Suzuki Yamada).
- As artes do vídeo no salão paranaense (1970–1990) (Fábio Jabur de Noronha)
- Céu de Pérolas: Uma experimentação de transcriação e cinematização do luto a partir de O Pai da Menina Morta (Clara Maltaca Pypcak e Beatriz Avila Vasconcelos)
- Como ver o absurdo? Uma breve especulação metodológica (Miguel Alves Siqueira)
- Considerações sobre a ideia de vídeo e suas consequências para regimes de visibilidade na historiografia do audiovisual (Mateus Filipe de Lima Pelanda e Glaucio Henrique Matsushita Moro)
- Corpos dissidentes em Cena: Uma análise comparativa de Madame Satã (2002) e Homem com H (2025) (Eduarda Pinheiro da Silva e Jéssica Pereira Frazão)
- Crônicas Xamânicas: Um Documentário Sobre Emigração Latino-Americana em Curitiba (Mauro Baptista Vedia)
- Da descida ao porão à violência difusa: memória da ditadura em ‘Ainda estou aqui’ e ‘O agente secreto’ (Fernando Seliprandy)
- Da imagem à imagem política: potencialidades e variações a partir de um embate político em I Understand, de Hao Jingban (Marcelo Carvalho)
- Deixar a quietude tomar conta: estudo sobre a atenção poética no filme O Movimento das Coisas (1985), de Manuela Serra (João Klimeck Kammer e Beatriz Avila Vasconcelos)
- Delírio, corpo & ruptura: o cinema experimental de José Agrippino de Paula (Patrícia Marcondes de Barros)
- Disputas de Memória e Apagamento Histórico: classe, raça e representação da ditadura no cinema brasileiro do século XXI (Isabelle Cristine Buratti e Rosane Kaminski)
- Do Texto ao Vídeo: a linguagem audiovisual na crítica cinematográfica contemporânea (Caio Felipe D’ Alcantara, Lucas Nunes Schmitz e Jéssica Pereira Frazão)
- Efeitos práticos e a materialidade da imagem cinematográfica (Rafaelle Cristina dos Santos)
- Elementos de reconstrução histórica na direção de arte de “Ainda Estou Aqui” (2024) (Julia Schwarzer da Guia e Carlos Alberto Debiasi)
- Em direção a uma montagem anacrônica: manifestações de uma poética no cinema modernista (Lucca Nicoleli Adrião)
- Enquadrar o corpo, romper o quadro: estéticas e representações da mulher amarela no audiovisual (Ariane Miwa Miake e Dra. Soraya Sugayama)
- Ensino de roteiro audiovisual como processo recíproco: uma análise sob a ótica do pensamento complexo e do princípio recursivo (Marcelo Puppi Munhoz)
- Entre a exibição e a reexibição: disputas de memória no documentário Higino Pio: Verdade Revelada (Antônio Robson Dias, 2015) (Ricardo Feltrin Oldenburg)
- Entre Cinema e História? Plataforma (2000), de Jia Zhangke (Luiz Eduardo Kogut)
- Entre Colagem (1967) e O Cinema de Assunto e Autor Negro (1968) – David Neves e o negro no cinema brasileiro (Gabriel Philippini Ferreira Borges da Silva)
- Espectros da Perda: Figurações do Luto e do Sidpa Bardo em Enter the Void, de Gaspar Noé (Murilo de Castro)
- Filme como Carta: Correspondência e Gesto Autoral em Agnès Varda (Victor Zanini)
- Grandes e pequenas câmeras, gestos constantes: as imagens de Hong Sangsoo em Tale of Cinema e What does that nature say to you (Natália Mühlemberg)
- Heroínas trágicas: o desejo motor em A Falecida (1965) (Hellen Cristina Araujo Porfirio Neto e Maria Cristina Mendes)
- Imagens e sons que precisam uma mãe: reinscrever a si e ocupar a performatividade do político no cinema de Naomi Kawase (Tanamara Francislanie dos Santos Mikalixen e Juslaine de Fatima Abreu Nogueira)
- Implementação da Lei Paulo Gustavo no audiovisual paranaense: bases e critérios metodológicos de pesquisa (Pedro Guindani Lopes de Almeida)
- Interfaces áudio-visuais: técnicas e poéticas da Performance Audiovisual (Vitor Droppa Wadowski Fonseca, Guilherme Felipe Ritter e Vinicius Pires de Oliveira Doca)
- Laboratório Experimental de Interlocução Audiovisual (L.E.I.A): extensão universitária, produção e circulação artística (Giovanni Alencar Comodo et al.)
- Lance Maior como paisagem emocional de Curitiba dos anos 60 (Manuela Malheiros Silva e Alexandre Rafael Garcia)
- Mãos que pensam, cabeças que cortam: o gesto e a recomposição do corpo criativo na ilha de edição (Marcos Alex Rodrigues do Andrade)
- Mapeamento de presença dos filmes brasileiros em serviços de streaming (Carlos Alberto Debiasi e Arthur Vicente Froes)
- Masturbação em motivos visuais: elemento narrativo de subjetivação na maternidade em A Filha Perdida (2021) e Nó (2025) (Rebeca de Santana Matos e Juslaine de Fatima Abreu Nogueira)
- Modos de retorno da imagem em A fraternidade é vermelha: notas sobre a repetição como figura retórica no cinema (Cassio Eduardo de Oliveira)
- Momentos musicais do cinema queer brasileiro a partir de roteiristas (Mateus Zaidan)
- Montar a transição de gênero: processo criativo de construção de uma prancha warburguiana com imagens fragmentadas em movimento (Anthony dos Santos Silva)
- Narrando o totalitarismo: adaptação e memória histórica em Schachnovelle, de Stefan Zweig, no cinema contemporâneo (Matheus Rocha da Silva e Maria Cristina Mendes)
- Notas sobre a “perspectiva mineral” no cinema experimental (Carlos Kenji Koketsu)
- O Anti-Herói como política da subjetividade: uma análise de Clube de Compra Dallas (2013) (Renan da Silva Dalago)
- O arquivo doméstico como gesto político: poética e memória em Fragmentos de Eternidade (Milena Saravy Tibiletti)
- O arquivo familiar como poética da memória no cinema contemporâneo: Elena (2012) e Aftersun (2022) (Marthina de Alexandri Baldwin e Marcio Markendorf)
- O audiovisual como dispositivo cênico no Teatro Documental: um estudo a partir da trajetória de Pagú (Thayna Bressan e Luciana Barone)
- O Cinema Brasileiro e o Espectador: um estudo sobre espectatorialidade (Marco Leal Oliveira)
- O Corpo Feminino Como Território de Insurgência: crítica à violência estrutural de gênero e raça no cinema de horror (Denise Maria Costa)
- O corpo monstruoso em "Huesera: the bone woman" (Sofia Fonseca Silva e Giovanni Comodo)
- O corpo monstruoso: vivência sáfica nas animações como alegoria e tecnologia de gênero em diálogo com outras materialidades (Helena Arioli Jamielniak e Bruno Azzani Braga)
- O corpo que espera: a figuração do sono e a poética da intimidade em “Eu, Tu, Ele, Ela”, de Chantal Akerman (Felipe Puchalski da Silva Fiedler)
- O filme Danielle, Carnaval e Cinzas (1979) entre o documentário superoitista e a exposição e regulação de corpos (Lein Machado e Eduardo Tulio Baggio)
- O Gestus Social em "Copacabana Mon Amour" (Eduardo Silva Barcelos e Nísia Martins do Rosário)
- O motivo da cortina no cinema de Júlio Bressane (Pedro de Andrade Lima Faissol)
- O Rigor do Quadro e a Performance do Eu: Um Diálogo entre Heloísa Passos e Chantal Akerman. (Fernando Cavazotti Coelho)
- O som como arquivo territorial: gesto sonoro e pertencimento comunitário em Trapiá (Débora Regina Opolski)
- O Veneno da Madrugada: o realismo mágico de García Márquez na direção de fotografia de Walter Carvalho. (Rodrigo Antonio Bellé e Maria Cristina Mendes)
- Os dois olhares turísticos em "A Ilha de Bergman" (Bernardo Ladaniski e Alexandre Rafael Garcia)
- Os Mistéryos da Literatura de Valêncio Xavier Transpostos Para a Tela: um desafio cinematográfico (Luis Fernando Severo)
- Os processos de criação em formato curto no cinema paranaense: mapeamento de curtas-metragens feitos no Paraná entre 2011 e 2020 (Otávio Oliveira Gondin Santos e Eduardo Tulio Baggio)
- Para além da Queermuseu: reminiscências de uma controvérsia no ensaio audiovisual (Agnes Vilseki)
- PATHOS NO PROTAGONISMO NEONAZISTA: a colonização do trágico e o cinema de problema social (Victor Finkler Lachowski)
- Performatividade do político no cinema experimental contemporâneo de Cecelia Condit (Sal Galarça Marcondes e Juslaine de Fátima Abreu Nogueira)
- Persistência versus transiência: o fluxo temporal reduzido das imagens portáteis na era digital (Eduarda Vieira Merêncio e Cristiane do Rocio Wosniak)
- Pesquisa e reapropriação de arquivos de propaganda audiovisual da Ditadura Militar Brasileira: um estudo de caso (João Pedro Micheletti Baptista Bim)
- Pistas coreográficas em Maya Deren (teoria e filme): coreoedição em ‘Ritual in Transfigured Time (1945-46)’ (Daniele Sena Durães)
- Poéticas do político no cinema de Ana Carolina: gênero, ideologia e representação (Ana Carolina Barbier)
- Pornochanchada denúncia e resistência ao regime ditatorial brasileiro a partir do filme “E agora Jose? (tortura do sexo)” de 1979. (Gabriel Bosio Gandin e Rosane Kaminski)
- Prenúncios de um Erotismo: a trilogia da tarde de Jean-Claude Brisseau (Brenda Valois)
- Processos de criação sonora no cinema: diferenças culturais nas práticas profissionais, funções, nomenclaturas e fluxos de trabalho (Demian A. Garcia)
- Processos de Criação, Política e Experimentalismo no Cinema Paranaense da década de 1970 ( Nalu do Amaral Polak e Eduardo Tulio Baggio)
- Protagonismo e visibilidade de artistas e cineastas mulheres no contexto artístico-cultural curitibano (Fabio Junio dos Santos e Claudia Priori)
- Representações da escravidão e o protagonismo do escravizado no cinema brasileiro contemporâneo (Fabio Luciano Francener Pinheiro)
- Retrato absurdo de uma família: A recepção cinematográfica do processo de interdição de "A Família do Barulho", dirigido por Júlio Bressane (Samuel Carvalho Lima Silva)
- Ritmo e atmosfera: a montagem como construção narrativa em Piedade (2019) (Danieli Souza dos Santos e Jéssica Pereira Frazão)
- Som diegético e construção de sentido em D’Est de Chantal Akerman (Leonardo Camargo)
- Tecnologias Audiovisuais Imersivas: Corpo, Tela e (Trans)mídias (Paula de Mello Guimarães e Cristiane do Rocio Wosniak)
- Todd Haynes e a citação como gesto queer de criação cinematográfica (Camila Macedo)
- Um Monumento à Crueldade: As Representações da Grande Guerra Patriótica no filme Vá e Veja (1985) (Joabe Teixeira de Oliveira Júnior)
- Uma leitura da relação entre corpo e tecnologia em Videodrome, de David Cronenberg (Rodrigo Luciani Faria)
- Uma poeta do cinema: a teoria do cinema vertical de Maya Deren (Beatriz Avila Vasconcelos)
- Filmar as sensações: a verticalidade de Maya Deren (Fernanda Ianoski Ferro e Mariana Baltar Freire)
- Visualidades Antirracistas e Subjetividade: O Corpo como Território de Resistência em Priscila Rezende, Renata Felinto e Rosana Paulino (Anna Letícia Pereira de Carvalho)
